
Desde 25 de Junho de 2009 temos orado, estudado e lutado para trazer de volta o entendimento bíblico da Justificação pela Fé. Neste mês comemoramos 3 anos nessa missão.

Desde 25 de Junho de 2009 temos orado, estudado e lutado para trazer de volta o entendimento bíblico da Justificação pela Fé. Neste mês comemoramos 3 anos nessa missão.

Hoje muitos estão aproveitando para brincar com o pecado. Pois, para quem não sabe, mentir é pecado. Todos nós somos pecadores e por isso falhos. Mesmo em momentos delicados na qual a mentira é usada para evitar algo pior, ela não deixa de ser pecado!
A psicologia ao se infiltrar na igreja, tem contribuído para retirar a responsabilidade do ser humano pelos seus pecados. Pois defende a não existência do pecado, elevando o ego, e fazendo com que todos acreditem que a salvação é por merecimento. A Bíblia nos exorta a conhecer quem Deus é: "Assim diz o Senhor: Não se glorie o sábio em sua sabedoria nem o forte em sua força nem o rico em sua riqueza, mas quem se gloriar, glorie-se nisto: em compreender-me e conhecer-me, pois eu sou o Senhor, e ajo com lealdade, com justiça e com retidão sobre a terra, pois é dessas coisas que me agrado, declara o Senhor." (Jeremias 9:23-24)
Apesar desse assunto ter sido tão debatido e estudado nos séculos passados, hoje, poucos o conhecem. Por isso, ao iniciarmos o estudo sobre o Pacto da Graça, faz-se necessário conhecermos primeiramente alguns conceitos, que no decorrer do estudo serão abordados com mais detalhes na medida do possível.
Não consigo ver o mundo agir de tal forma a buscar ou mesmo desejar essa aceitação. Em minha opinião, se a humanidade quisesse ser aceita por Deus, haveria interesse em obedecê-lo, no entanto o homem busca sua autonomia, querendo ser aceito pelo Eterno. Como se Ele fosse inferior e submisso a nós!
De acordo com o esquema do livre-arbítrio, o Senhor tem boas intenções, mas precisa aguardar como um servo, a iniciativa de sua criatura, para saber qual é a intenção dela. Deus quer o bem e o faria, mas não pode, por causa de um homem indisposto, o qual não deseja que sejam realizadas as boas coisas de Deus. (…)